Ah como eu queria, bem aqui e agora.
Sentir falta do excesso.
Sabe quando dá aquela angústia por já ter demais?
Era isso o que eu queria.
Não me prender no espaço, no vazio.
Não me encher da agonia, do descaso.
Não me armar do fracasso, nem da solidão.
Seria mais ou menos como antes.
E a gente poderia se olhar nos olhos e reconhecer às velhas canções.
Seria sempre assim, e toda hora.
Juntando tudo o que tinha sido no nosso tempo, e agora ainda mais.
E a gente poderia entender que o tempo muda, e nos arremessa diante do que a gente sempre buscou.
Ah como eu queria, que fosse logo e para sempre.
Sentir seu jeito diferente.
Sabe quando dá aquele estalo no peito?
Era isso que eu queria.
Não me deitar chamando seu nome, sua presença.
Não me embriagar dos sonhos, do medo.
Não me afastar do seu jeito, de que jeito?
Seria mais ou menos como agora.
E a gente poderia fazer de conta que sempre foi assim.
Não me castigar mais pelo espaço das nossas vidas, nem por essa dura rotina.
Juntando toda nossa vontade de querer.
E a gente poderia entender que tudo muda, e a vida nos coloca de frente daquilo que sempre amou.
domingo, 21 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Já nem me lembro mais sobre o que foi....
Diretamente de qualquer lugar...
Mas ainda estou parada aqui olhando a chuva e meu tempo, que parece as vezes vazio e as vezes até rápido demais.
Sinto um misto de emoções que não consigo definí-las..
Boas ou ruins..sinto todas, dentro e fora dos meus padrões.
Já escrevi coisas mais inteligentes, mais políticas, mais doces e com mais amores..
E hoje sinto tudo isso e não sinto nada, só a falta de ser e estar nos lugares que tenho andado.
As vezes me perco no vazio da solidão, no esgotamento do cansaço, e no barulho da minha mente.
Me dizer sobre tristezas, não me comove..nem me anima.
Apenas reflito sobre posições e sentidos.
E tanto mais, que queria poupar seus sentidos, meus sentidos...nossos!
Inspiração sem cor, sem graça...
Eita vontade que dá de falar, mas realmente não consigo suportar a idéia daquilo que não sei.
Papo de doido, papo de gente, papo? sei lá...
Só sei que é!
tentar encaixar qualquer coisa numa só, cobrir meu mundo dos meus desejos..
Chega perto e me diz alguma coisa, qualquer que seja.
Me ouve mais, diz que sim ou que não..
Mas não desista de mim.
Eu cheguei a pensar nisso, e tomei a incrível decisão de desistir, de mim, de vc, dele e do outro..
Quanta gte no meu mundo!! E ele era assim vazio, mas cheio de vc...
Fiz planos...
Mas veja só, foi sempre assim não é?
A gte sabia disso, só q eu resolvi me adiantar....
--
Mas ainda estou parada aqui olhando a chuva e meu tempo, que parece as vezes vazio e as vezes até rápido demais.
Sinto um misto de emoções que não consigo definí-las..
Boas ou ruins..sinto todas, dentro e fora dos meus padrões.
Já escrevi coisas mais inteligentes, mais políticas, mais doces e com mais amores..
E hoje sinto tudo isso e não sinto nada, só a falta de ser e estar nos lugares que tenho andado.
As vezes me perco no vazio da solidão, no esgotamento do cansaço, e no barulho da minha mente.
Me dizer sobre tristezas, não me comove..nem me anima.
Apenas reflito sobre posições e sentidos.
E tanto mais, que queria poupar seus sentidos, meus sentidos...nossos!
Inspiração sem cor, sem graça...
Eita vontade que dá de falar, mas realmente não consigo suportar a idéia daquilo que não sei.
Papo de doido, papo de gente, papo? sei lá...
Só sei que é!
tentar encaixar qualquer coisa numa só, cobrir meu mundo dos meus desejos..
Chega perto e me diz alguma coisa, qualquer que seja.
Me ouve mais, diz que sim ou que não..
Mas não desista de mim.
Eu cheguei a pensar nisso, e tomei a incrível decisão de desistir, de mim, de vc, dele e do outro..
Quanta gte no meu mundo!! E ele era assim vazio, mas cheio de vc...
Fiz planos...
Mas veja só, foi sempre assim não é?
A gte sabia disso, só q eu resolvi me adiantar....
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Rotina da mente
Rotina quase sempre é o cansaço. O embaraço que nos dá de repetir aqueles velhos atos.
A dor do conformismo, de que nunca se muda aquilo que se espera.
Havia dito tantas frases em minha mente, mas realmente precisava dormir mais um pouco. Isso fez que eu me esvaziasse de todo meu conteúdo.
Eu realmente fico incomodada com as pessoas detalhando cada ar que respiram.
Isso virou um moda tão grande que até os nenéns já nascem twittando.
Eu que não tenho paciência, embora admire as tecnologias.
Orkut, facebook, já foram o bastante pra mim.
E quem se lembra do I*eu? Era apenas um site de smiles, que você entrava, selecionava seu humor, e seus amigos viam (coisa simples).
O ICQ já era algo mais adulto, porque criança que era criança só ficava no COMVC mesmo.
Depois vieram os blogs, os bligs....e toda a sua descendência.
MSN, lugar de encontrar quem você gosta e de bloquear aqueles que sempre vem com assuntos chatos.
E haja paciência....
Frases filosóficas, trechos de músicas, fotos empolgadas, galera, amigos...tudo uma grande balela. Como já disse minha amiga é o tal do "estereótipo orkutiniano", onde todo mundo finge ser feliz e os outros fingem que acreditam.
É o preço da conectividade. A permissão da invasão da privacidade, da quebra do sigilo...e nem adianta se sentir invadido, caiu na rede amigo, já era!
A dor do conformismo, de que nunca se muda aquilo que se espera.
Havia dito tantas frases em minha mente, mas realmente precisava dormir mais um pouco. Isso fez que eu me esvaziasse de todo meu conteúdo.
Eu realmente fico incomodada com as pessoas detalhando cada ar que respiram.
Isso virou um moda tão grande que até os nenéns já nascem twittando.
Eu que não tenho paciência, embora admire as tecnologias.
Orkut, facebook, já foram o bastante pra mim.
E quem se lembra do I*eu? Era apenas um site de smiles, que você entrava, selecionava seu humor, e seus amigos viam (coisa simples).
O ICQ já era algo mais adulto, porque criança que era criança só ficava no COMVC mesmo.
Depois vieram os blogs, os bligs....e toda a sua descendência.
MSN, lugar de encontrar quem você gosta e de bloquear aqueles que sempre vem com assuntos chatos.
E haja paciência....
Frases filosóficas, trechos de músicas, fotos empolgadas, galera, amigos...tudo uma grande balela. Como já disse minha amiga é o tal do "estereótipo orkutiniano", onde todo mundo finge ser feliz e os outros fingem que acreditam.
É o preço da conectividade. A permissão da invasão da privacidade, da quebra do sigilo...e nem adianta se sentir invadido, caiu na rede amigo, já era!
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